|
msn
awhisperinyourear@gmail.com
blogs deslizo
twitter
comentários recentes
» Film: Então estás à espera do quê para me convidar? =X
ver
» aequillibrium: Adorei o filme.
Banda sonora espectacular (thomas
ver
» Nikita: Onde viste isto? Podes emprestar o cd?
ver
» Nikita: Além de não gostar de cerveja, as pernas horrorosa
ver
» x4x_it: Não, "pilsener" (ou algo parecido!), preta e pêsse
ver
» x4x_it: Excelente. Representante perfeito do comodismo à v
ver
» elfo: acho que é pêssego!? oh god! Super Bock preta! Iss
ver
» x4x_it: Até gosto!
Com um dedinho de Tindersticks! =P
ver
blinks
amo-te
a world in ashes
adrift
more all of me
BLUE, RED and DARK
delight in desorder
bomba inteligente
coisas do puto e do tipo
Entre Dois Mundos
in girum imus nocte et consumimur igni
Just Bi
linha turva
no arame
Me, Myself and I
Musicólogo
Nowadays Atmospheres
No Sofá Laranja
O Outro Lado da Cama
Os tempos que correm
prazer inculto
puta pouco abrangente
resistente existêncial
SEACRHing
the
Popup Parody
silhuetas
weirdo weirdo!
arquivos
2007
março
fevereiro
janeiro
2006
dezembro
novembro
outubro
setembro
agosto
julho
junho
maio
abril
março
fevereiro
janeiro
2005
dezembro
novembro
outubro
setembro
agosto
julho
junho
maio
abril
março
fevereiro
janeiro
2004
dezembro
novembro
outubro
setembro
agosto
julho
junho
maio
abril
março
fevereiro
janeiro
2003
dezembro
novembro
outubro
setembro
agosto
julho
junho
maio
abril
março
fevereiro
janeiro
2002
dezembro
novembro
outubro
setembro
agosto
julho
junho
maio
abril
março
fevereiro
janeiro
2001
dezembro
novembro
setembro
agosto
|
|
Arquivos: julho de 2003
quarta-feira, 30 de julho de 2003
caliente
Ora cá estou eu de volta para mais um emocionante e electrizante post. Claro que é tudo mentira, com o calor que está hoje a coisa mais electrizante que se pode arranjar é um banho de água fria, e isso, para um blog, não tem assim grande motivo de interesse. Mesmo que eu tentasse.
Arquivos: julho de 2003
sexta-feira, 25 de julho de 2003
cocó de cão
Estava eu a praticar aquela arte a que alguém deu o nome de zapping, quando - e sem aviso prévio - vejo, algures num canal da BBC, uma reportagem sobre... cocó de cão. Nomeadamente em Paris. Ou seja, a reportagem falava não só dos cocós que os cães fazem em Paris mas também (e esta é a parte interessante) de uma máquina presa a uma bicicleta que suga, literalmente, qualquer tipo de caganita feita por qualquer cão (ou não) e que depois do trabalho feito (ou quase) atira um esguicho de água com detergente para que fique tudo higiénicamente limpo e bem cheiroso. E tudo em francês. Quer dizer, os cocós e o senhor da bicleta, a reporter (que também experimentou. fazer o trabalhinho, diga-se) essa era 'very british'. Isto não seria preciso se as pessoas que têm cãezinhos limpassem a porcaria que estes fazer nas ruas (de Paris, neste caso, o que é estranhíssimo). Mas dá que pensar, lá isso dá: se estas bicicletas apetrechadas são fundamentais em Paris, imaginem o sucesso que não fariam em Portugal (Lisboa e por aí fora. Atrevo-me a dizer... São Bento?) que como toda a gente sabe, é terra onde o cívismo é algo que escasseia cada vez mais...
Coreografia de Rui Lopes Graça. Pela Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo.
CASCAIS Auditório Fernando Lopes Graça (Parque de Palmela).
Av. Marginal (junto ao Hotel Estoril Sol).
Amanhã e depois, às 22h. Tel.: 214825447.
Entrada livre.
A Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo apresenta uma nova criação de Rui Lopes Graça, um coreógrafo com quem já teve oportunidade de trabalhar, e duas reposições assinadas pelo seu director artístico, Vasco Wellenkamp: "Missa" e "Duo Appassionato".

Arquivos: julho de 2003
quinta-feira, 24 de julho de 2003
respirar
Eu tento ser racional, pensar que as coisas são como são, porque tudo depende do que fazemos, tudo depende das nossas acções, mas isto é nos bons momentos, porque quase nunca consigo ser racional e deixo-me sempre levar pelo coração, pela emoção, pela estupidez dos sentimentos, sim, porque sofre-se e sente-se ao mesmo tempo, dois sentimentos que se complementam, por muito que custe, por muito que me arrependa do que tenha feito há tantos dias que já não me lembro quantos foram, foram muitos porque os sinto na pele, quando respiro, quando choro. quando me levanto de manhã e tenho que carregar com o peso da tristeza e dos sentimentos que podiam ter sido e que não são
.
olho-te
Passam quinze minutos das dez da manhã, olho para o lado e não vejo ninguém. Toco-te mas tu não me sentes. Olho-te, digo-te bom dia, se dormiste bem, se queres o pequeno almoço, mas o silêncio apodera-se da resposta e eu fico sem saber o que fazer, como se estivesse à beira da loucura, e faltasse só um bocadinho tão pequeno que nem cabe nas palavras, para que tudo se transforme e fique tudo como devia ser, do outro lado disto que chamamos vida.
Arquivos: julho de 2003
quarta-feira, 23 de julho de 2003
Praia
Amanhã vou à praia: Não vai ser o meu primeiro dia, porque já fui há algum tempo, quando fez imenso calor. Mas vai ser o meu primeiro dia no verão. Isso sim. Vou com o meu pai, e as minhas duas manas: a Teresa e a Mariana. Estou muito pouco com elas, mas gostava de estar mais. Será que elas sabem as saudades que tenho? Ou o quanto gostaria de estar com elas? Passa tanto tempo sem sequer nos falarmos, mas isso não quer dizer que não estejam sempre aqui pertinho do coração. Talvez as coisas possam ser diferentes, talvez haja muito para ouvir e dizer. Talvez não, tenho a certeza. E tenho também a certeza que um dia lhes vou poder dizer que elas são tão importantes que são uma das razões por que vale a pena viver e estar por aqui a aguentar com tanta coisa má. Porque independente do que aconteça, vocês vão sempre ser lindas, e vão sempre ser as minhas manas, e mesmo quando tudo corre mal, mesmo que todo o mal do mundo nos caia em cima, temo-nos sempre, mas sempre, uns aos outros. Amo-te Teresa, amo-te Mariana.
lembro-me
lembro-me de quando estavas ao pé de mim, tão perto que sentia o teu respirar no meu pescoço e um arrepio aparecia como quem não quer a coisa, e a tua mão na minha mão. lembro-me dos teus olhos quase fechados, porque o sono ia aparecendo lentamente, ao mesmo tempo que o frio lá fora fazia exactamente o mesmo. mas aqui dentro havia calor e era isso que bastava. um calor que ilumina o coração de coisas tão boas que não parecem ser possíveis, será mentira? não era, percebi isso talvez um bocadinho tarde demais. mas agora tenho a certeza de que o teu calor é o meu calor, a tua mão é a minha mão, o teu respirar, o meu. o bater do teu coração em sintonia com o meu. e o piscar de olhos, e um suspiro de espanto pelo que de tão belo temos à nossa frente (lembras-te?)

Arquivos: julho de 2003
terça-feira, 22 de julho de 2003
Casablanca
Tenho estado a ver a obra prima de Michael Curtiz, com os fabulosos Bogart e Bergman

As Time Goes By...
This day and age we're living in
Gives cause for apprehension
With speed and new invention
And things like fourth dimension
Yet we get a trifle weary
With Mr. Einstein's theory
So we must get down to earth at times
Relax relieve the tension
And no matter what the progress
Or what may yet be proved
The simple facts of life are such
They cannot be removed
You must remember this
A kiss is still a kiss, a sigh is just a sigh
The fundamental things apply
As time goes by
And when two lovers woo
They still say, "I love you"
On that you can rely
No matter what the future brings
As time goes by
Moonlight and love songs
Never out of date
Hearts full of passion
Jealousy and hate
Woman needs man
And man must have his mate
That no one can deny
Well, it's still the same old story
A fight for love and glory
A case of do or die
The world will always welcome lovers
As time goes by
Oh yes, the world will always welcome lovers
As time goes by
Quase férias
Estou naquele estado em que ainda não se está de férias mas quase. Como se estivesse no sprint final e faltassem só vinte metros para chegar ao fim da corrida. Mas depois ninguém nos vem dar nenhuma medalha, o que é uma chatice.
As notícias ultimamente têm-me irritado profundamente... ontem, por exemplo, ainda estou para perceber o que é que o país inteiro tem a ver com o divórcio daquele senhor do Porto que agora não me lembro o nome. Não haverá nada mais interessante para se fazer ? Terá a ver com a época ? (o calor, a praia e os biquinis darão azo a notícias destas?) Acho que é tão só o estado a que este país chegou, e que, deixem-me que vos diga, já não há paciência...
Arquivos: julho de 2003
domingo, 20 de julho de 2003
Paris, Texas
Um dos filmes mais bonitos que já vi em toda a minha vida...

Arquivos: julho de 2003
sexta-feira, 18 de julho de 2003
Fetiches VII
penso em ti como chuva
e eu como terra seca e gretada
sob um céu sem nuvens
Kalamu Ya Salaam
Haicai nº107
(retirado do blog No Arame)
Arquivos: julho de 2003
quinta-feira, 17 de julho de 2003
quase...
Como é possível sentir-se a felicidade extrema (ou quase) num dia e no outro percebermos que afinal é tudo uma ilusão? Não sei como, mas sei que é assim que as coisas são, por muito que custe. E a culpa é toda minha, sei disso e não faço nada para resolver a situação.
Arquivos: julho de 2003
quarta-feira, 16 de julho de 2003
é mentira
Ontem aconteceu algo curioso no cinema, no Fórum Luisa Todi. Ia eu ver o filme com a Ana quando nos informam antes de comprarmos os bilhetes, de que não sabiam se ia haver sessão porque a bobine do filme 'vinha a caminho'. Entretanto lá chegou, e o filme (o L.I.E., que vi pela segunda vez) lá começou por volta das dez da noite.
Arquivos: julho de 2003
segunda-feira, 14 de julho de 2003
pânico
Acabei por não ver a exposição no CCB nem ir à festa comemorativa d'A Phala nº100 (da Assírio & Alvim) porque entretanto aconteceram alguns atrasos e imprevistos. Queria voltar ao CCB, talvez ainda esta semana. Entretanto acabei de deixar o carro para arranjar, e aproveitei para fazer a revisão dos dois anos (incrível como já passaram dois anos...).
Fui ver o filme Cabine Telefónica, e gostei bastante, é um filme que prende do príncipio ao fim. Parece que só quando estamos no limite podemos ser verdadeiros, no limite do pânico ou de nós próprios.

Arquivos: julho de 2003
sábado, 12 de julho de 2003
Não sei o que van
Não sei o que van der Rohe diria desta janela.
Por certo detestá-la-ia.
Eu também dela não gosto quando olho o metálico
enquadramento.
Porque se lhe segue um rosto um espaço de tijolo
terreiro afiado por detrás do grande vidro o sol
é um desejo crescendo.
Esta chaminé de fábrica de tijolos.
De chaminés assim trago a minha infância.
Fábricas como as da minha terra. Por
isso da infância vem o crescer deste corpo sobre
os corpos enterrado
van der Rohe não pode gostar porque não sabe
como é de barro a estrada entre o Outeiro e a
minha terra.
O metal? A esquadria levando a um fecho.
Os tijolos dão lugar a novas formas í fina parede
de metal suporte deste vidro.
JOíO MIGUEL FERNANDES JORGE
in Actus Tragicus
Hulk
Acabei de vir do cinema, fui ver o Hulk, realizado por Ang Lee (sim, o mesmo de O Tigre e o Dragão, por mais incrível que pareça!). Fui com o Miguel, e antes fomos ao Marr (não tinha jantado e aproveitei para petiscar qualquer coisa por lá). Encontrei a minha maninha, e ainda estivemos um bocadinho numa mesa. Amanhã ela vai para Itália uma semana, dançar! Ah! A babysuicida também apareceu!

Amanhã vou ao CCB ver Mies van der Rohe, Arquitectura e Design em Estugarda, Barcelona e Brno

Arquivos: julho de 2003
sexta-feira, 11 de julho de 2003
PEDOFILIA
Era de esperar: depois da prisão do sr. Pedroso, os papagaios começaram a atirar-se ao juiz Rui teixeira e a Pedro Namora. Enquanto a coisa andou pelo pobre do Bibi e pelo animador de massas sr. Cruz, os jornais de 'referência' mal se lembraram das desgraças do segredo de justiça, das prisões preventivas, das escutas telefónicas. Desde então não passa um dia sem que editorialistas, semi-editorialistas, colunistas e até repórteres de bom senso e bom gosto -- de 'esquerda', evidentemente -- ataquem esses meios especiais de prova, sem os quais não há investigação que produza resultados em casos como este. É uma delícia lê-los. São pagos para isso, já se sabe. E ok, animam a malta. Passando dos papagaios para os profissionais da política: meu Deus, até o sr. Sampaio achou necessário lembrar que é ele o garante do funcionamento das instituições em Portugal. Quando por uma das raras vezes neste país de merda as instituições aplicam aos nomes do regime as regras elementares do tal Estado de Direito -- o primado da lei, a igualdade dos cidadãos perante a lei, a independência dos tribunais -- o sr. Presidente acha de bom tom sair-se com esta. Isto depois de ter telefonado ao procurador-geral da República para se inteirar do caso Pedroso. Talvez uma boa maneira de pôr as instituições a funcionar seja tirar o processo ao juiz Teixeira, o tal das jeans e das t-shirts que tanto ofende o nosso "Público" de referência, ou começar a arrear no Pedro Namora, ou, quem sabe, silenciar os putos que ao longo de décadas foram violentados numa instituição tutelada pelo Estado e agora andam para aí a dar com a língua nos dentes.
JOSÉ AMARO DIONÍSIO
defesacivil.planetaclix.pt
Arquivos: julho de 2003
quinta-feira, 10 de julho de 2003
PTbLOGGERS
Surgiu um novo Directório de weblogs em Portugal, que podem (devem) consultar neste endereço: http://www.omeudiario.net/ptbloggers
Kattespero
cliquem na imagem, sff.

MONTE DAS PALAVRAS RELACIONADAS
Queremos sempre ser
a excepção
e não parece mal
sentir as lágrimas, insistentes,
na máscara dos olhos:
está quase no fim
o ano internacional dos voluntários.
Só agora se corre í s ruínas, por força
dos mortos -- espelhos que já brilharam
em sítios de escombros.
Estamos, ainda, desprevenidos
de ser, em tudo, espelhos,
tristes vidros, desesperados
como se fôssemos nós
os amigos que partiram,
foram sentar-se
ao lado dos deuses
em que acreditaram.
Queremos sempre falar disso:
do medo instável da nossa força;
da decisão errada:
não é que se pense
em colapsos -- colapsos são coisas
de jornal, da televisão ao fim da tarde;
da arrogância de sermos tão frágeis
e acertarmos sempre, mesmo se falamos
do futuro, do que ainda não quis acontecer.
Bem nos avisaram do uso das palavras!
Também!!!
Todos julgam que pensar não dá
trabalho nenhum!
Que é só pensar e pronto!
MANUEL FERNANDO GONÇALVES
Coração Independente
Assírio e Alvim, 2003
Arquivos: julho de 2003
quarta-feira, 9 de julho de 2003
trash
Na Cinemateca Portuguesa há este mês algo que me apetecia descobrir (aceitam-se propostas, portanto!). Um ciclo de cinema dedicado aos filmes que.. por serem tão maus... atingem o estatudo de.. bons! O chamado cinema "trash" a que o Público da passada sexta feira, no suplemento Y, faz referência. Os bilhetes custam 2,5 € e há sessões de dia cinco a trinta e um, a maior parte às 19.30 e 21.30.

layout
Como já devem ter reparado o layout do blog está ligeiramente diferente... aceitam-se comentários. Espero que gostem! Já agora... a imagem é do filme Waking Life.
o estado das coisas
Acordei cedo para estar na escola meia hora: Ora, não me parece bem. Devia ter lá estado, pelo menos, duas horitas. Agora isto assim é que não está certo. Estou cheio de sono e o tempo dispendido para acordar e para conseguir articular duas palavras com nexo foi superior ao tempo que, de facto, lá estive, a fazer de conta que fazia alguma coisa!
Entretanto a semana passada perdi O Estado das Coisas do Wim Wender, no Luisa Todi. Ainda hoje, sempre que me levanto, bato com a cabeça na parede duas vezes para me penitenciar pelo facto de ter faltado a esta chamada.

Mas no domingo (em ressaca pós - Meco) fui ver às Segundas ao Sol, um filme espanhol de um senhor chamado Fernando Lón de Aranoa. Eu estava completamente mais para lá do que para cá, e ainda a pensar na Björk, e este filme - deixem que vos diga - é muito, mas muito deprimente. Pelo menos eu assim achei. Fala basicamente de tristeza, depressão, suicidio, infidelidade, e depois algumas variações do tema.

Mas segunda-feira fui com a Ana e a Joana (que estavam todas jeitosas e giraças :p ) ver, no Fórum Luisa Todi, Nos Meus Lábios, realizado por um monsieur de seu nome Jacques Audiard. Não posso dizer que tenha sido uma obra prima mas gostei bastante do que vi. Crime, sedução. ambição, drama, são o tema chave de um filme que se julga dramático e que se transforma, depois, num thriller com vontade de ver até ao fim.

Arquivos: julho de 2003
domingo, 6 de julho de 2003
Bjork e o resto é conversa
A chegada ao Meco ontem não foi a parte mais interessante da noite. Depois de nos termos encontrado em Setúbal, para irmos em fila todos contentes para o dito festival, lá chegámos às redondezas do acontecimento mas - e isto é o normal, e não percebo porque é que continua a acontecer!! - a falta de indicações põe qualquer um louco (até eu, mas desta vez não gritei). Ora bem, depois de alguns Km e quase quase perto do recinto do festival heis que um grupo de guardas da GNR nos informa de que a estrada está cortada e que "têm que voltar para tráz bla bla bla". Mais meia hora de carro ou talvez mais. FInalmente chegamos ao recinto. Troco o bilhete que tinha comprado no multibanco. Olho para o chão e vejo terra e muito pó. Começa a entrar nos pulmões mas não com a mesma satisfação de como se estivesse ao pé do mar, infelizmente. Depois de uma hora ficamos habituados e até nem é mau de todo.
A primeira banda foi Spaceboys. Não os conhecia de lado nenhum (sou muito distraido no que diz respeito à música Portuguesa) mas até que nem foi mau de todo. Muito efeito visual (com alguma graça), alguma vontade de por o público a dançar, o que até resultou, porque muitos davam uns saltinhos e balançavam para a esquerda e para a direita.

Björk foi o concerto da noite. Da semana, do mês e não sei se do ano (porque vi poucos, mas apostava que este foi um dos melhores). A rapariga branquinha da Islândia apareceu com um vestido engraçado e desde então que não parou um minuto no palco. O cenáro estava fabuloso, e muitas das músicas eram complementadas com vídeos fantásticos (nenhum videoclip), efeitos de luzes e - espante-se! - efeitos a toda a volta do palco de fogo, que se acendiam e apagavam nos momentos mais intensos do concerto. No fim além de fogo também fomos contemplados com um mini fogo de artíficio. Lindo. Quanto à música - que afinal é o que interessa - a primeira parte do espectaculo foi dedicada a temas menos conhecidos, ou pelo menos a temas de tal maneira transformados que só depoios de alguns momentos podiamos reconhecer. No fundo foi um concerto diferente do que estava à espera, porque Björk não se limitou a apresentar um 'best of' no Meco, mas reinventou-se a ela própria e fez com que aquela hora e meia fosse mágica e única.
Deixo-vos aqui a setlist do concerto (obrigado Sérgio e taciturno!) (hmm acho que esta é que é a versão definitiva!! uffff!) :p
01. Vísur Vatnsenda-Rósu
02. You've Been Flirting Again (Icelandic)
03. Isobel
04. Hunter
05. Unravel
06. Scary
07. Jóga
08.
09. Desired constellation
10. Nameless
11. An Echo, A Stain
12. Where is the line?
13. Hyper-ballad
14. Pagan poetry
15. Bachelorette
16. It's In Our Hands (SPT mix)
17. Pluto
encore
18. Generous palmstroke
19. Human behaviour
Quanto a Moby, o que posso dizer é que, depois de Björk soube-me a muito pouco, principalmente porque me pareceu quase igual ao concerto que vi há nove meses no Coliseu. Só me lembro que, depois de três ou quatro músicas ainda pensei em me ir sentar ou beber uma imperial. Mas aguentei até ao fim.
De Nightmares on Wax vi a primeira meia hora, e fiquei impressionado porque o agrupamento ao vivo tem pouco a ver com aquilo que se ouve em cd. Muitas das músicas são instrumentais, mas parece que optaram por por um rapper a cantar (?) por cima das melodias quentes dos N on W. Enfim, não sei se terá sido a melhor opção: Talvez tenha sido, porque de outra forma teria tudo adormecido (já seriam quatro da manhã).
Arquivos: julho de 2003
sábado, 5 de julho de 2003
Meco
Daqui a pouco é dia de Meco para depois ser noite de Björk, Moby e Nightmares on Wax. Estou com muita curiosidade para ver a rapariga islandesa porque nunca a vi ao vivo, e ainda por cima vem com os Matmos, pelo que se pode esperar um grande espectaculo. Nightmares on Wax (lá para as 3 ou 4 da manhã?) deverá também ser algo a não perder, mesmo sem saber quem vão eles trazer.
Arquivos: julho de 2003
quinta-feira, 3 de julho de 2003
Festival Sudoeste
7 de Agosto
(recepção ao campista)
Terrakota
Arnaldo Antunes
Múm

8 de Agosto
Primal Scream
Jamiroquai
Suede
Blind Zero
Toranja

9 de Agosto
Skin
Morcheeba
Beth Orton
David Fonseca
Sly & Robbie

10 de Agosto
Beck
Beth Gibbons & Rustin Man
Moloko
Badly Drawn Boy

Palco Planeta Sudoeste
8 de Agosto
2 Many DJ´s
Zé Pedro Moura
9 de Agosto
Chicks On Speed
DJ Kitten

party
Acabei de chegar da festa no bairro, no House of Vodka.. hoje não foi nada de especial, provavelmente por ser num dia de semana... estava pouca gente, o que pode ser bom para quem quer estacionar por aqueles lados (há duas semanas fiquei uma hora a tentar arranjar lugar...enfim..)
|
|