terça-feira, 31 de julho de 2007
Manderlay, Lars Von Trier

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terça-feira, 31 de julho de 2007 Manderlay, Lars Von Trier
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segunda-feira, 30 de julho de 2007 o vinho bebi vinho e chorei, chorei como nunca antes. chorei por ti mariana, que te vais embora. chorei por ti porque te sei longe apesar de estares dentro do meu coração. tenho saudades e ainda não te foste embora. gosto muito de ti, e tu sabes. eu sei que sabes. sabes porque o sinto. chorei por ti ana, porque sinto saudades. porque te amo muito e estás aqui dentro também, assim juntinho ao que importa. chorei pela tua filha que vai ser linda. chorei porque vai ser perfeita, porque vou gostar dela, porque vai ser tua, porque vai ser nossa. chorei porque sinto tudo isto na pele chorei porque me arrepio e porque quando penso em todos nós sinto que estão perto mas tão longe. queria poder olhar.te olhar-vos sempre, assim como quando me apetecesse. pedro, podes ficar com a vera este fim de semana porque vamos passear. claro que posso! não me consigo exprimir bem, nunca fui bom com as palavras e muito menos depois de mais de meia garrafa devinho. gosto de vocês. amo-vos, assim como se fosse mesmo a sério, como se viesse cá de dentro, como se fosse só isso que interessa. e no fundo quase que é. a ti manuel, que és especial, e toda a gente percebe isso, és especial e tu sabes que és, tu sabes, tu sabes que és, eu sinto que és, mas eu não te sirvo, não sou como tu, sou assim como que algo estranho à espera de ser apanhado como que numa rede. tu não és assim. és especial e eu quero que continues assim, especial. não me quero esquecer de ti, de nada, de ti, de tudo o que interessa, não quero e quero que tu percebas isso, quero e preciso que percebas isso. agora nao consigo escrever mais porque que as minhas lágrimas são lágrimas do vinho dado pelo meu pai ontem que é muito bom (amo-te muito, pai). oiço arcade fire que saiem pelos auscultadores da sony ou qualquer coisa parecida e lembro-me da voz doce da minha mãe, que está de férias e que bem merece, e lembro-me do sorriso e das palavras doces que me diz todos os dias mesmo quando eu estou mal disposto. o vinho faz dizer estas coisas, faz dizer amo-te sem dizer a quem. mas tu sabes, tu sabes, só podes saber, tens que saber... tres pontinhos e acaba-se tudo. há o aquário que olha para mim, os peixes, a televisão ligada sabe-se lá em que canal. há as tias e os primos que também estão aqui pertinho, à distância de um piscar de olhos. vinho. preciso de mais, vinho. do tinto, daquele de ontem. tenho o coração a transbordar, a alma a sair fora de mim... you got your reason, me, I got mine.... cantam os arcade fire. os meus olhos brilham porque tenho os olhos com agua salgada... e é assim que as coisas vão passando.... de sorriso em sorriso, de lágrima em lárgima, de poema em poema, de cantiga em cantiga, e entretanto adormeço, alguma coisa o vinho há de fazer senão trazer lágrimas. enviado por staring elf @
23:33 ::
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segunda-feira, 23 de julho de 2007 Reciclagem Já tenho o meu ecoponto! Sinto-me melhor. A sério!! (porque é que os cães aqui perto ladram tanto?) enviado por staring elf @
18:43 ::
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Dia de inverno Que estranho acordar num dia de Julho e parecer um de Dezembro. Até está frio, há nuvens e não consigo ver Troia. Entretanto penso nas férias que nunca mais chegam, nos dias de praia, nos dias destinados a não pensar em nada, na minha irmã que se vai embora, na bebé que está quase a nascer. enviado por staring elf @
10:46 ::
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The 4400 + The Number 23 Comecei por ver mais um episódio da série The 4400 e de seguida o filme The Number 23 (o filme é interessante e estranho, tudo anda à volta do número vinte e três, que por acaso foi o dia em que eu nasci...). Falta ver a parte final amanhã, agora tenho sono. E pronto, regressam os posts banais! (que me fazem bem, por acaso) enviado por staring elf @
0:55 ::
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domingo, 22 de julho de 2007 Os meus peixinhos enviado por staring elf @
15:59 ::
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Blogar ou não blogar, eis a questão... Blogar a sério é coisa que não faço há algum tempo. Umas fotos, uns vídeos, coisas assim fáceis, às vezes giras, outras nem tanto. Antigamente não era assim. Eu era bastante mais descritivo, mas com palavras. Agora, não sei exactamente porquê, parece que elas me falham. Talvez por preguiça? Bem, talvez alguma coisa se possa fazer para mudar isso. Posso dizer que hoje (agora) vou comprar um mini eco-ponto para ter em casa e finalmente começar a reciclar como deve ser. O vidro sempre era posto de parte mas tudo o resto não. Mas a partir de agora tudo vai ser diferente. PS: Parece que Mika já não vai ao Sudoeste, supostamente porque está ...doente? PS2: Parece que o eco-ponto fica para outro dia. Gente a mais no supermercado! :| enviado por staring elf @
11:24 ::
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quinta-feira, 19 de julho de 2007 Dois dias com as manas! enviado por staring elf @
19:54 ::
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terça-feira, 17 de julho de 2007 O atestado médico Imagine o meu caro que é professor, que é dia de exame do 12º ano e Continue a imaginar. O despertador avariou durante a noite. Ou fica Teve, portanto, de faltar à vigilância. Tem falta. Ora esta coisa de um professor ficar com faltas injustificadas é Passemos então à parte divertida. A única justificação para o facto de Qualquer pessoa com um pouco de bom senso percebe que quem precisa Chega-se ao médico com o ar mais saudável deste mundo. Enfim, com o O professor sabe que não está doente. O médico sabe que ele não está Ora, num país em que isto acontece, para além do despertador que não Um país assim, onde a mentira é legislada, só pode mesmo ser um país doente. Vamos lá ver, a mentira em si não é patológica. Até pode ser racional, Lá nesse aspecto somos um bom exemplo do que dizia Goebbels: uma Pronto, sabemos que aquilo é tudo mentira, que muitos deles Somos pobres, mas vivemos como os alemães e os franceses. Somos Portugal mente compulsivamente. Mente perante si próprio e mente Claro que não é um professor que falta à vigilância de um exame por José Ricardo Costa enviado por staring elf @
16:47 ::
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quarta-feira, 11 de julho de 2007 amor fico admirado quando alguém, por acaso e quase sempre José Luis Peixoto enviado por staring elf @
22:11 ::
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Anathema Em 2000, José Luís Peixoto publicou o seu primeiro romance, Nenhum Olhar. No ano seguinte ganhou o prémio José Saramago. Depois a obra foi traduzida em várias línguas. É hoje considerado um dos mais importantes jovens autores europeus. Os STAN convidaram Peixoto a escrever ANATHEMA, o seu primeiro texto dramático, para Jolente De Keersmaeker e Tiago Rodrigues, que tem colaborado frequentemente com a companhia. Desta vez, não foi às narrativas da infância que o autor foi buscar a sua matéria. O nó da peça é a questão do terrorismo, do medo e da violência abordada de certa forma do lado de dentro. Até onde se pode ir em defesa de um ideal? Que meios podem ser postos ao serviço de uma causa? Como responder à violência que é exercida sobre nós? São perguntas como estas que motivam os criadores deste espectáculo. Esta co-produção da Culturgest esteve anunciada para Novembro passado e não se realizou por doença da actriz. O espectáculo tem agora a sua estreia portuguesa durante o Festival de Almada. Teatro Sábado 7, Domingo 8, Terça 10 e Quarta 11 de Julho de 2007 enviado por staring elf @
1:26 ::
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quarta-feira, 4 de julho de 2007 Alex Gopher
enviado por staring elf @
0:31 ::
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domingo, 1 de julho de 2007 Crocs - Finalmente tenho umas!
enviado por staring elf @
23:03 ::
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